7 motivos para se tornar um perito judicial

Primeiramente, existem diversos motivos para se tornar um perito judicial. Alguns buscam a famosa notoriedade, outros a flexibilidade de horários ou até uma renda extra.

Nesse artigo você vai aprender os 7 motivos para se tornar um perito judicial. O vídeo abaixo mostra esses motivos de maneira resumida.

Notoriedade profissional

O primeiro motivo é a notoriedade profissional. Basicamente, notoriedade é a propaganda, fama e renome. E ter o título de perito judicial dá justamente esse benefício.

Em primeiro lugar, o profissional é perito judicial por um motivo simples, que é devido a sua integridade e honra profissional. Em outras palavras, a pessoa chegou até lá graças a seu esforço, trabalho e dedicação.

E isso é muito bem visto por quem é do judiciário. Afinal, um juiz quando escolhe um perito(a) ele confia nessa pessoa, é o famoso voto de confiança. Se ele ou ela fizer um bom trabalho pode ser que seja nomeado mais vezes.

E essa notoriedade é percebida também por quem não é da área judiciária. Pois, um cliente tende enxergar esse profissional com um outro olhar. Em resumo, o título passa a ideia de honra e peso.

Claro, para os profissionais liberais há o aumento do seu leque de atuação. Podendo então incorporar essa atividade no seu trabalho, sem precisar abrir mão das demais atividades que já presta.

Horários de trabalhos flexíveis

É o perito quem define quais serão os seus horários de trabalho. Ele(a) tem essa flexibilidade de escolha. Afinal, nada impede o profissional de trabalhar à noite, aos finais de semana ou até feriados, elaborando os laudos técnicos.

Por exemplo, muitos profissionais possuem um emprego tradicional ou até os profissionais liberais que possuem outras prestações de serviço. Essas pessoas podem incorporar facilmente a perícia judicial na sua vida.

Pois, não há exigência sobre cumprimento de hora de trabalho. Afinal, a perícia judicial é uma prestação de serviços. Porém, com o benefício de poder ser realizada quando a pessoa possui disponibilidade de horário.

Mobilidade Geográfica

O perito(a) judicial não precisa ter um escritório ou um local fixo de trabalho, ele pode trabalhar de onde quiser. Por exemplo, alguns profissionais trabalham em formato home office, com custo reduzido.

Inclusive, não há impedimento sobre o estado onde o profissional está localizado. Pois, pode estar elaborando o laudo quando viaja para visitar a família ou amigos. Ou até fora do país.

Até quando reside em um local, mas atua em outro. O perito tem liberdade para definir quais comarcas quer atender, inclusive podendo atuar em outros estados da federação. Claro, desde que devidamente cadastrado naquele tribunal.

Não há impedimentos de um perito que reside no Paraná de atuar em Santa Catarina, São Paulo ou qualquer outro estado da federação.

Barreira de entrada limitada

Esse é um dos motivos para se tornar perito judicial. Normalmente, a barreira de entrada é limitada. Isso tanto do aspecto documental, quanto do aspecto financeiro.

Em primeiro lugar, os tribunais estaduais tendem a requisitar algumas informações básicas para o profissional. Como, seu número de registro profissional, dados de contato e diplomas e certificações.

Claro, existem exceções como o TJRJ pede um tempo de formação de no mínimo de 2 anos e um curso específico na área de perícia judicial. 

Já do ponto de vista financeiro a barreira é ainda mais limitada. Devido à ausência da obrigação de ter um escritório ou um software de computador específico.

Portanto, tanto os profissionais com mais tempo de casa quanto os que estão iniciando agora podem se tornar peritos(as) judiciais.

Se você está iniciando na área e não sabe por onde começar é só assistir o vídeo abaixo, que o engenheiro João mostra 6 dicas de como se tornar perito judicial.

Extensão do poder judiciário

O poder judiciário é extenso no nosso país, o próprio Conselho Nacional de Justiça mostra os principais tribunais ao redor do Brasil. 

O judiciário é dividido em diversos “ramos”, desde os tribunais estaduais, tribunais regionais do trabalho e eleitoral, militar e as instâncias superiores.

E o perito judicial tem uma grande oportunidade em mãos. Pois, ele pode atuar em mais de um tribunal. Normalmente, as maiores demandas estão nos tribunais de justiça estadual.

Contudo, é crescente a demanda por peritos nos tribunais regionais federais e regionais do trabalho. Esse último tem a exigência que somente podem atuar médicos ou engenheiros do trabalho.

Nada impede o perito(a) de atuar em mais de um tribunal. Só basta observar quais são as exigências de cadastramento desses tribunais.

Remuneração

Um dos motivos para se tornar perito judicial é a remuneração. Pois, é o perito quem define os seus valores de honorários. Ou seja, é o profissional que define quanto vai custar cada perícia.

Claro, é interessante observar o princípio básico de complexidade. Em outras palavras, quanto mais complexo for o trabalho do perito mais esse profissional vai receber. 

Existem perícias judiciais na área elétrica que superam, tranquilamente, os R$ 5.000,00 para um único trabalho. Existem casos que o perito pode receber ainda mais. E também casos que exigem menos do profissional e, portanto, ele(a) pode calcular um valor de honorários menor.

Falar sobre remuneração é algo muito amplo. Uma dica é definir um valor de hora técnica e estimar uma quantidade de horas para fazer o seu trabalho. Depois, é só multiplicar esses fatores para chegar ao valor de honorários.

No vídeo abaixo o engenheiro João dá dicas sobre quanto ganha um perito judicial.

https://youtu.be/Wp7Iuov8CUw

Complemento de renda

A perícia judicial é um excelente complemento de renda, principalmente para os profissionais aposentados e os que estão trabalhando em uma empresa no regime CLT. 

E isso é fácil de entender. Pois, os horários de trabalho são flexíveis, podendo ser realizados até à noite ou finais de semana e feriados. Nada impede do profissional sentar e escrever seu laudo quando puder.

Não precisa abrir mão de uma atividade para se dedicar 100% na área. Ela pode ser realizada de acordo com a demanda e carga horária disponível. 

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